Cinema e psicologia têm tudo a ver. A cada vez que saio de um filme que me faz refletir ou simplesmente incita emoções diversas, confirmo o poder que o cinema pode ter sobre o nosso pensamento crítico. Até quando procuramos um filme "pipoca", para puro entretenimento, estamos depositando naquelas duas horas, uma possibilidade de alívio para a realidade (muitas vezes nada agradável), um caminho para voltar à infância e aos sonhos, tantas vezes deixados de lado, pela concretude com que levamos nossas existências. Nesse espaço idealizado, subverte-se a ordem dos pensamentos, o verbo, a leitura, ousa-se abordar o proibido, o tabu. Esse espaço é sagrado e não deve haver nenhuma polêmica que conteste a liberdade de expressão de um diretor de cinema, pois, a despeito de nossos gostos e preferências, houve uma tentativa legítima de comunicar algo, que pode não atingir a mim, mas pode atingir a você. A terapia também promove esse exercício, ainda que por outras vias, às vezes mais dolorosas, mas consonantes com o ritmo e a história de cada um e de forma sempre libertadora. É por isso que amo essas duas vertentes da minha vida - psicologia e cinema.
sábado, 8 de março de 2014
Sobre as relações entre o cinema e a psicologia
Cinema e psicologia têm tudo a ver. A cada vez que saio de um filme que me faz refletir ou simplesmente incita emoções diversas, confirmo o poder que o cinema pode ter sobre o nosso pensamento crítico. Até quando procuramos um filme "pipoca", para puro entretenimento, estamos depositando naquelas duas horas, uma possibilidade de alívio para a realidade (muitas vezes nada agradável), um caminho para voltar à infância e aos sonhos, tantas vezes deixados de lado, pela concretude com que levamos nossas existências. Nesse espaço idealizado, subverte-se a ordem dos pensamentos, o verbo, a leitura, ousa-se abordar o proibido, o tabu. Esse espaço é sagrado e não deve haver nenhuma polêmica que conteste a liberdade de expressão de um diretor de cinema, pois, a despeito de nossos gostos e preferências, houve uma tentativa legítima de comunicar algo, que pode não atingir a mim, mas pode atingir a você. A terapia também promove esse exercício, ainda que por outras vias, às vezes mais dolorosas, mas consonantes com o ritmo e a história de cada um e de forma sempre libertadora. É por isso que amo essas duas vertentes da minha vida - psicologia e cinema.
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