Pois bem, a família toda foi assistir ao aguardado filme no tradicional Cine Odeon, no coração da Cinelândia. Confesso que aos treze anos de idade, não percebi todas as sutilezas psicológicas da história (ou não dei o valor merecido a elas), mas é fato que uma cena em particular me marcou, desde a primeira vez que vi "Amadeus": a descrição por Salieri da música de Mozart. O estupendo F. Murray Abraham na pele de Salieri hipnotizou o público ao demonstrar o conflito que tomava conta do personagem, ao evidenciar a sua profunda devoção à música de Mozart em contraponto à inveja raivosa e destrutiva que tomava a sua mente. Sem dúvida, um momento sublime da sétima arte.
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terça-feira, 18 de março de 2014
Sequências inesquecíveis do cinema: Salieri descreve a música de Mozart em "Amadeus"
"Amadeus" foi um filme particularmente marcante em minha vida. Meu pai era um amante inveterado da música erudita e Mozart sempre esteve no seu "top five" de compositores. Imagine a sua expectativa quando "Amadeus" desembarcou em terras brasileiras depois de ter ganho vários Oscar. Nos anos 80, um filme chegava ao mercado brasileiro com quase um ano de atraso, portanto, uma produção aclamada e premiada era ansiosamente aguardada por quem curtia cinema.
Pois bem, a família toda foi assistir ao aguardado filme no tradicional Cine Odeon, no coração da Cinelândia. Confesso que aos treze anos de idade, não percebi todas as sutilezas psicológicas da história (ou não dei o valor merecido a elas), mas é fato que uma cena em particular me marcou, desde a primeira vez que vi "Amadeus": a descrição por Salieri da música de Mozart. O estupendo F. Murray Abraham na pele de Salieri hipnotizou o público ao demonstrar o conflito que tomava conta do personagem, ao evidenciar a sua profunda devoção à música de Mozart em contraponto à inveja raivosa e destrutiva que tomava a sua mente. Sem dúvida, um momento sublime da sétima arte.
Pois bem, a família toda foi assistir ao aguardado filme no tradicional Cine Odeon, no coração da Cinelândia. Confesso que aos treze anos de idade, não percebi todas as sutilezas psicológicas da história (ou não dei o valor merecido a elas), mas é fato que uma cena em particular me marcou, desde a primeira vez que vi "Amadeus": a descrição por Salieri da música de Mozart. O estupendo F. Murray Abraham na pele de Salieri hipnotizou o público ao demonstrar o conflito que tomava conta do personagem, ao evidenciar a sua profunda devoção à música de Mozart em contraponto à inveja raivosa e destrutiva que tomava a sua mente. Sem dúvida, um momento sublime da sétima arte.
terça-feira, 11 de março de 2014
Sequências inesquecíveis do cinema: a dança final de "Cisne Negro"
Infelizmente, não encontrei a sequência no Youtube para adicioná-la a este post, mas como "Cisne Negro" merece ser visto na íntegra, essa omissão poderá servir de estímulo para quem lê essas linhas e ainda não conferiu essa pequena obra-prima, alugá-la.
O filme reconstrói a história do balé "O Lago dos Cisnes", em uma versão moderna. As personagens principais - o cisne negro e o cisne branco - são bailarinas e disputam o papel principal do balé. Nina (Natalie Portman no papel que lhe rendeu o Oscar), encarna a personalidade do cisne branco fora dos palcos, sendo a boa moça, disposta a sacrifícios e abnegações. Já Mily, interpretada por Mila Kunis, é o protótipo do cisne negro - sem limites para alcançar o que deseja, sedutora e cínica. Nina não consegue incorporar o lado de cisne negro, fato que lhe faz perder pontos na corrida pelo lugar de protagonista no balé.
Darren Aronofosky detalha com profundidade esse conflito vivido por Nina, a angústia que a leva à cisão de sua personalidade. O diretor explora com beleza plástica singular o drama da bailarina, as suas tentativas de libertação e superação. E, o apogeu dessa metamorfose vivida por Nina é justamente a sequência final, a dança do cisne negro versus o cisne branco. Memorável.
O filme reconstrói a história do balé "O Lago dos Cisnes", em uma versão moderna. As personagens principais - o cisne negro e o cisne branco - são bailarinas e disputam o papel principal do balé. Nina (Natalie Portman no papel que lhe rendeu o Oscar), encarna a personalidade do cisne branco fora dos palcos, sendo a boa moça, disposta a sacrifícios e abnegações. Já Mily, interpretada por Mila Kunis, é o protótipo do cisne negro - sem limites para alcançar o que deseja, sedutora e cínica. Nina não consegue incorporar o lado de cisne negro, fato que lhe faz perder pontos na corrida pelo lugar de protagonista no balé.
Darren Aronofosky detalha com profundidade esse conflito vivido por Nina, a angústia que a leva à cisão de sua personalidade. O diretor explora com beleza plástica singular o drama da bailarina, as suas tentativas de libertação e superação. E, o apogeu dessa metamorfose vivida por Nina é justamente a sequência final, a dança do cisne negro versus o cisne branco. Memorável.
sábado, 8 de março de 2014
Sequências inesquecíveis do cinema: abertura de "Dirty Dancing - ritmo quente"
Alguns dos que verão essa sequência, curtiram MUITO o filme Dirty Dancing (inclusive eu). Não é uma obra cinematográfica impecável, mas virou cult pelos números de dança, pela homenagem ao soul em sua trilha sonora maravilhosa e pela incrível sensualidade dos primeiros minutos do filme. "Be my Baby" das Ronettes - clássico produzido por Phil Spector em plásticas imagens em preto e branco. Inesquecível!
Sequências inesquecíveis do cinema: Tom Hanks e Denzel Washington em Philadelphia
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